12 de Junho

Dia dos namorados. Presentes, promessas, filas em motéis, restaurantes, shoppings... viagem, grude e o desespero de quem não tem uma companhia, como se não fosse um dia “normal” como qualquer outro. O fato é que, não só nesta data, mas diariamente, engolimos o ideal de um relacionamento perfeito: amor fiel e sincero para toda vida. Vemos casais declarando na TV que se entendem, se respeitam, não brigam, separam profissão de vida pessoal, se admiram, não sentem ciúmes e têm uma vida maravilhosamente bela, além de serem ricos, é claro. Diante disso, somos levados a crer que um relacionamento perfeito não é utópico, afinal, os artistas o vivem. Quanta hipocrisia!

Neste dia, fico com o realismo e a intensidade do amor, com os relacionamentos conturbados, com a dor, o sofrimento e ao mesmo tempo a alegria de viver, a sua maneira, o seu amor fora dos padrões. A maioria dos casais não se enquadra nos rótulos, entretanto, a maioria oculta suas fraquezas, seus deslizes e tudo o que torna seu relacionamento diferente dos outros. Afinal, temos que ser todos iguais.

Neste dia, repito, fico com o realismo e a intensidade do amor, agora, no cinema. Seguem minhas dicas de  três filmes emocionantes que abandonam a hipocrisia do amor utópico que supera as maiores dificuldades do mundo. Filmes que, ainda assim, conseguem ser sensivelmente belos.

Comentários

Unknown disse…
adorei! concordo plenamente! e a convivência é o termômetro da relação, do quanto vai durar ou não.

bjin no coração!
http://palavraseessencias.blogspot.com/
Unknown disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Janaína ferraz disse…
Seu blog é profundo, meigo e super aconchegante!
Estou a seguir .

Também tenho tenho um cantinho:
www.misturadinamica.blogspot.com
Você será muito bem vinda!

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